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HIV / AIDS

HIV é uma sigla em Inglês, que significa: Human Immunodeficiency Vírus. Traduzindo para o português: Vírus da Imunodeficiência Humana. É o agente causador da AIDS.

O HIV está em constante processo de mutação, o que dificulta muito o desenvolvimento de drogas que possam erradica-lo. Seu aspecto mais grave reside no fato de que ele infecta e destrói, principalmente, as células do Sistema Imunológico (anticorpos).

Existem dois tipos de vírus da AIDS: o HIV-1,que é o mais difundido pelo mundo, e o tipo HIV-2, encontrado principalmente no oeste da África.

AIDS é uma sigla em Inglês que significa: "Acquired Immunodeficiency Syndrome". Traduzindo para o português: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, ou simplesmente SIDA.

O simples fato de uma pessoa ser portadora do HIV não significa que ela tenha AIDS. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida só se caracteriza quando o sistema imunológico estiver tão debilitado que não seja mais capaz de defender, sozinho, o organismo. Esta fase se evidencia pelo surgimento das infecções, ou doenças oportunistas e raras.

A AIDS e sua Transmissão pelo Ato Sexual

O vírus da Aids se transmite de vários modos. Um deles, porém, se destaca: a infecção pelo ato sexual.
O sexo é um componente de grande importância na vida humana. Por isso, um grande número de pessoas está sujeito a contrair doença.

Como saber, porém, se um parceiro em potencial está contaminado ou não? Há portadores do vírus em que a doença ainda não se manifestou e dificilmente as pessoas se submetem a testes anti-HIV periodicamente.
O fato é que quanto mais parceiros, mais probabilidades de um contato com o HIV.
Por isso a promiscuidade, ou seja, o fato de se manter relações sexuais com grande quantidade de parceiros um dos fatores de risco na aquisição do vírus pela via sexual.
A promiscuidade facilita também a propagação de outras doenças sexualmente transmissíveis, como a gonorréia e a sífilis. O organismo enfraquecido fica então naturalmente mais vulnerável á Aids.

Na relação entre um homem e uma mulher, qualquer um dos dois pode ser infectado. Mas o risco parece superior para as mulheres do que para os homens, isso porque o vírus está presente em maior quantidade no esperma do que nas secreções vaginais.
Mas se uma mulher for portadora do vírus e estiver com uma outra doença sexualmente transmissível, apresentar algum corrimento vaginal devido a inflamações, ou mesmo estar menstruada, a quantidade de vírus será maior, aumentando assim as possibilidades de ela transmitir a Aids para o homem.

Foi em homossexuais masculinos que se constatou inicialmente o aparecimento da doença. Ainda hoje, eles são considerados um dos grupos de risco, isto é, um conjunto de indivíduos mais sujeitos à contaminação.
Uma das razões é o fato de, num ato sexual desse tipo, a penetração ocorrer através do ânus. O pênis pode ocasionar feridas no reto, ou ainda sofrê-las, durante a penetração anal, e essas lesões facilitam a transmissão do HIV.
Além disso, a mucosa do reto tem grande poder de absorção (o que explica o porquê de certos remédios serem utilizados sob a forma de supositório). No caso de homossexuais femininos, o risco de contágio é praticamente nulo, já que não ocorre a penetração.

Além da infecção pelo ato sexual, a transmissão do HIV / AIDS pode ocorrer através de objetos cortantes ou perfurantes que entrem em contato com o sangue como agulhas e seringas de injeção, agulhas de acupuntura e tatuagem (exija sempre material descartável ou esterilizado); e através da mãe para o feto, através da placenta (também conhecida como transmissão vertical).

A gestante pode transmitir o vírus ao filho em qualquer fase da gravidez, sendo que o primeiro trimestre isso é menos freqüente. O risco pode diminuir em até 67% se a gestante usar AZT durante a gravidez e no momento do parto. O AZT ainda deve ser administrado ao recém-nascido por seis semanas.

A transmissão pelo leite materno também pode ser evitada. Nesses casos, devem ser usados leite industrializado ou leite humano de mulher sem o vírus HIV.

ATENÇÃO: Não se pega AIDS de outra maneira! Nem com beijo, nem com abraço, bebendo-se do mesmo copo, usando o mesmo banheiro e nem de nenhuma outra forma.

TRATAMENTO

Ainda não existe uma cura para a AIDS. Existem drogas conhecidas como inibidores de protease, quando usadas em combinação com outras drogas antiretrovirais, podem melhorar a saúde e a qualidade de vida das pessoas que estão vivendo com HIV/AIDS.

No Brasil, dos 600 mil que são portadores do HIV/AIDS, pelo menos 400 mil, não sabem disso. Esses dados são projeções do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde baseados nos números fornecidos por unidades de doação de sangue, hospitais, maternidades e centros de testagem de todo o País (set. 2003).

É importante que se faça o teste de HIV/AIDS. Quanto mais cedo o HIV/AIDS é diagnosticado, maiores são as chances de receber avaliação e tratamento no menor prazo possível. Outro benefício dos exames regulares é minimizar a transmissão do vírus por pessoas que não sabem que estão infectadas. As pessoas não infectadas, mas com risco de infecção, devem fazer o teste cada 3-6 meses.

Veja no site www.aids.gov.br os endereços dos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) no País, que oferecem anonimato e gratuidade ao usuário.


IMPORTANTE: As informações contidas neste site têm caráter informativo e não devem ser utilizadas para realizar auto-diagnóstico, auto-tratamento ou auto-medicação. Lembre-se que em qualquer situação, somente seu médico poderá prescrever medicamentos e orientá-la sobre o melhor tratamento.
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