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ÁLCOOL
X TRÂNSITO E GRAVIDEZ
Álcool e Trânsito
A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades,
diminui a coordenação motora e os reflexos, comprometendo
a capacidade de dirigir veículos, ou operar outras máquinas.
Pesquisas revelam que grande parte dos acidentes é provocada
por motoristas que haviam bebido antes de dirigir. Neste sentido,
segundo a legislação brasileira (Código Nacional
de Trânsito, que passou a vigorar em janeiro de 1998) deverá
ser penalizado todo o motorista que apresentar mais de 0,6 gramas
de álcool por litro de sangue. A quantidade de álcool
necessária para atingir essa concentração
no sangue é equivalente a beber cerca de 600ml de cerveja
(duas latas de cerveja ou três copos de chope), 200ml de
vinho (duas taças) ou 80ml de destilados (duas doses).
Álcool
e gravidez
O consumo de bebidas alcoólicas durante a gestação
pode trazer conseqüências para o recém-nascido,
sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar
o feto. Desta forma, é recomendável que toda gestante
evite o consumo de bebidas alcoólicas, não só
ao longo da gestação como também durante
todo o período de amamentação, pois o álcool
pode passar para o bebê através do leite materno.
Cerca de um terço dos bebês de mães dependentes
do álcool, que fizeram uso excessivo durante a gravidez,
são afetados pela "Síndrome Fetal pelo Álcool".
Os recém-nascidos apresentam sinais de irritação,
mamam e dormem pouco, além de apresentarem tremores (sintomas
que lembram a síndrome de abstinência). As crianças
severamente afetadas e que conseguem sobreviver aos primeiros
momentos de vida, podem apresentar problemas físicos e
mentais que variam de intensidade de acordo com a gravidade do
caso.
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